Promessas? Não. Normalmente ficam por cumprir... deixam marcas amargas. Vale mais actos, ainda que pequeninos, ainda que discretos, ainda que tímidos. Mas, ao menos, visíveis e efectivos. Que esta "maré cheia" seja de bons momentos, alegria e paz, assim o; "afoguei-me na maré cheia", será um momento de felicidade e realização.
No espelho partido, de um pequeno e pobre quarto de dormir. Sou apenas uma criança, que sonha com fábulas, reis, rainhas e amor. Sou um guerreiro. Talvez herói, de uma história ainda por contar. Aqui cheguei, como se o Mundo estivesse acabar. Não pergunto pelo amanhã, pelos abismos que se abrem na fronteira do pensamento. Vim, aqui cheguei, com a lucidez dos espelhos e a espuma inquieta do mar, batente no calhau da praia. Esperei encontrar: rios mansos e brincar com papagaios de seda, em tardes de vento brando. Falaram-me de fadas, de castelos, de rios mansos, onde alguma vez pudesse navegar, em barcos de papel. Nada pedi. Apenas que me levassem pela viagem das nuvens. Que me falassem, das árvores e das casas, e perguntei: Onde dormem as aves ao fim do dia? E se eu fosse ave e voasse com o mesmo bater de asas? Não obtive respostas, mas desejei mil vezes ser gaivota, apenas porque achava, que a ilha não as aprisionava, tal como aos pássaros. Perguntei, onde dormem ...
Promessas?
ResponderEliminarNão. Normalmente ficam por cumprir... deixam marcas amargas.
Vale mais actos, ainda que pequeninos, ainda que discretos, ainda que tímidos. Mas, ao menos, visíveis e efectivos.
Que esta "maré cheia" seja de bons momentos, alegria e paz, assim o; "afoguei-me na maré cheia", será um momento de felicidade e realização.